domingo, 9 de março de 2008
domingo, 2 de março de 2008
CONFAP/Albino Almeida - falta de legitimidade
Exmo Senhor Director do Público,
Após ler no Público de hoje, dia 2.3.2008, que os "Pais apoiam ministra de Educação no dia em que Cavaco Silva faz apelo à serenidade" venho efectuar a seguinte declaração:
Eu, pai de uma filha no 2º do ensino básico, de um filho no 8º ano do ensino básico e de uma filha no ensino superior, declaro que a CONFAP: Confederação Nacional das Associações de Pais, representada pelo seu presidente Albino Almeida não tem procuração para efectuar declarações em meu nome, nem legitimidade para falar em nome de Todos os pais deste país. Como tal, repudio o titulo abusivo da Vossa informação.
(...)
J. Orvalho
Após ler no Público de hoje, dia 2.3.2008, que os "Pais apoiam ministra de Educação no dia em que Cavaco Silva faz apelo à serenidade" venho efectuar a seguinte declaração:
Eu, pai de uma filha no 2º do ensino básico, de um filho no 8º ano do ensino básico e de uma filha no ensino superior, declaro que a CONFAP: Confederação Nacional das Associações de Pais, representada pelo seu presidente Albino Almeida não tem procuração para efectuar declarações em meu nome, nem legitimidade para falar em nome de Todos os pais deste país. Como tal, repudio o titulo abusivo da Vossa informação.
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J. Orvalho
Avaliar Professores
Batemos no fundo. Há que desligar a máquina no botão on/off, retirar a tomada da corrente e esperar, por causa dos transitórios. Trata-se de um reset a frio, pois a temperatura está altíssima. Tantas horas que já se gastaram com "reformas" de organização: estatuto do aluno, necessidades educativas, musica, titulares, avaliação dos professores ... e para quê?
Para controlar tudo, infantilizando os professores. Isto é contrário à autonomia.
Para controlar tudo, infantilizando os professores. Isto é contrário à autonomia.
sábado, 1 de março de 2008
Revista de imprensa: "MAL-ESTAR DOCENTE"
João Miranda, no DN de hoje, "regista" aspectos relevantes do processo da educação em Portugal. Enfatizo os seguintes:
- "Os professores são infantilizados por um Ministério da Educação que lhes diz o que ensinar, o que valorizar na avaliação, que filosofia educativa seguir e como disciplinar os alunos."
- (os Professores) "Habituados que estão a que lhes digam o que fazer, nunca declaram o que querem."
- "Falta aos professores a autonomia individual e às escolas a autonomia institucional para serem eles próprios os agentes da mudança. Ironicamente, o Ministério da Educação quer que estes professores, que não são agentes autónomos na sua própria vida profissional, formem alunos autónomos."
domingo, 17 de fevereiro de 2008
Legitimidade ética das Assembleias Estatutárias
Na Universidade do Porto o processo de reorganização está a incomodar o reitor, pela contestação interna e porque as opções estratégicas foram divulgadas pela comunicação social. Há mau estar e reacções diversas, com algumas a transformarem-se em moções. Segundo o Público, de hoje, na Fac. de Arquitectura está a decorrer uma discussão interna, havendo uma moção onde se pode ler que "a assembleia estatuária (AE) da Universidade não discutiu durante a campanha eleitoral o processo de negociação conducente à adopção, por parte da UP, do estatuto jurídico de Fundação, nem a reorganização interna conducente à fusão das suas unidades orgânicas em cinco escolas". Esse facto, refere o texto, "fragiliza a legitimidade ética da AE, a não ser que ela se fundamentasse num debate alargado onde tivesse sido possível auscultar as diferentes unidades orgânicas e esclarecer sobre o conteúdo e as consequências positivas e negativas destas decisões".
A Uni. de Aveiro tem um site - UA em Mudança: "Pretendendo-se que este seja um processo participado por toda a comunidade é importante criar canais para divulgação de informação e troca de opiniões." Se for realmente assim e não apenas um "faz de conta", então o processo de mudança, se for o caso, terá menos hipóteses de ser fragilizado. Em grande parte das IES os processos eleitorais, para as AE's, não tiveram debates alargados nem os protagonistas revelaram grandes projectos de mudança, só os revelando após eleitos. Por isso, se começa a questionar a legitimidade. Há que referir que o RJIES dispõe que a AE tem de ouvir os actuais órgãos da institução e as suas unidades orgânicas.
sábado, 16 de fevereiro de 2008
Revista de imprensa: "APRENDER A ESTAR MORTO"
No DN de hoje, um tirada excelente de Manuel Maria Carrilho:
(...)
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Debates?
Antes, anuncia-se o que se vai dizer. Depois, não se pergunta nada que não se saiba já que se vai perguntar, e não se responde nada que não se antecipe logo que se vai responder. Tudo depende cada vez mais do contexto e da forma, tudo se reduz assim à habilidade e à inspiração do momento. Só não se percebe porque é que se chama a isto. "debates parlamentares".
Antes, anuncia-se o que se vai dizer. Depois, não se pergunta nada que não se saiba já que se vai perguntar, e não se responde nada que não se antecipe logo que se vai responder. Tudo depende cada vez mais do contexto e da forma, tudo se reduz assim à habilidade e à inspiração do momento. Só não se percebe porque é que se chama a isto. "debates parlamentares".
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
IPLeiria com novos estatutos.
O IPLeiria aprova novos estatutos. O IPL é o o primeiro instituto politécnico com os novos estatutos aprovados pela respectiva Assembleia Estatutária.
Parabéns, deram um GRANDE PASSO EM FRENTE. O novo modelo organizacional vai levar o IPLeiria à liderança do motor de desenvolvimento regional, a par da Universidade de Aveiro, empurrando Coimbra para o "fundo da tabela" do desenvolvimento. É uma questão de tempo.
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